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Atividade de História 3º Ano sobre o Lugar em que Vive
O estudo sobre o lugar em que vive é considerado o ponto de partida para a alfabetização histórica no 3º ano do Ensino Fundamental. Em primeiro lugar, é necessário que a criança desenvolva a percepção de que o espaço ao seu redor não é estático, mas sim o resultado de ações humanas ao longo do tempo. Dessa forma, ao investigar a própria localidade, o sentimento de pertencimento e a consciência cidadã são estimulados de maneira prática.
Neste artigo, será apresentada uma análise detalhada sobre como as memórias locais e as transformações espaciais ajudam a definir a identidade de cada estudante.
A Identidade e o Sentimento de Pertencimento
O lugar em que se vive é definido como o espaço onde as relações sociais e afetivas de uma pessoa são construídas. Nesse sentido, para uma criança de 3º ano, esse lugar compreende a sua casa, a sua rua, a sua escola e os arredores do bairro. Antigamente, o conceito de lugar era restrito apenas ao aspecto geográfico, mas hoje ele é compreendido como um conjunto de experiências e memórias compartilhadas.
Além disso, a identidade do aluno é moldada pelas características únicas da sua região. Portanto, é fundamental que as peculiaridades locais, como o sotaque, os hábitos alimentares e as lendas da comunidade, sejam valorizadas. Consequentemente, quando o lugar em que vive é estudado em sala de aula, a criança passa a se reconhecer como um sujeito histórico que faz parte de uma coletividade.
Transformações e Permanências no Espaço Local
O ambiente urbano ou rural está em constante modificação devido às necessidades da população. Dessa maneira, ruas são pavimentadas, novos prédios são erguidos e áreas de lazer são criadas para atender aos moradores. Enquanto as mudanças são facilmente identificadas, as permanências também devem ser observadas, como uma árvore antiga que foi preservada ou um monumento que resiste ao tempo.
Posteriormente, a voz passiva é empregada para explicar que o lugar em que vivemos foi transformado pelo trabalho de gerações passadas. Desta forma, ao comparar fotos antigas com o cenário atual, o aluno percebe a sucessão do tempo. Assim sendo, a percepção de que a história está presente em cada esquina ajuda a tornar o aprendizado mais concreto e interessante para os pequenos pesquisadores.
Diferentes Perspectivas sobre o Mesmo Lugar
É importante destacar que um mesmo lugar pode ser percebido de formas distintas por pessoas diferentes. Por exemplo, o olhar de um idoso sobre o bairro é carregado de memórias de como as coisas eram antes, enquanto o olhar de uma criança é focado nas possibilidades de brincadeira e descoberta. Nesse contexto, a diversidade de opiniões contribui para uma visão mais rica e completa sobre a localidade.
Dessa maneira, a escuta de relatos orais de diferentes vizinhos é incentivada como uma ferramenta de pesquisa. Por esse motivo, o respeito às diferentes vivências dentro de um mesmo espaço é promovido. Assim, o aluno aprende que o lugar em que vive é um mosaico de histórias individuais que, juntas, formam a história da comunidade.
Alinhamento com a BNCC
Este conteúdo está rigorosamente conectado às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o 3º ano. Conforme a habilidade EF03HI01, o aluno deve identificar os grupos sociais de que faz parte e os seus lugares de vivência.
Ademais, a habilidade EF03HI04 é trabalhada ao identificar os marcos históricos e os processos de mudança no lugar em que vive. Nesse contexto, a escola cumpre o papel de integrar o conhecimento acadêmico à realidade social do estudante, transformando a observação do cotidiano em uma poderosa lição de história.
Sugestão de Atividade Prática
Para que o tema seja fixado com sucesso, a atividade “Caminhada dos Sentidos” ou “Mapa de Afetos” pode ser organizada. Nesta proposta, os alunos são convidados a desenhar o trajeto de casa até a escola, destacando os pontos que consideram mais importantes. Em seguida, uma breve pesquisa sobre o nome de uma rua ou praça do bairro é realizada. Por fim, os trabalhos são expostos em um mural coletivo intitulado “Nosso Lugar no Mundo”, garantindo que a conexão entre o aluno e o seu território seja celebrada e compreendida por todos.



