Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral

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Tarsila de Aguiar do Amaral

Biografia de Tarsila do Amaral Vida de Tarsila do Amaral

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Tarsila do Amaral

 

Olá! Eu sou a Tarsila de Aguiar do Amaral, mas o mundo todo me conhece apenas como Tarsila do Amaral. Venha comigo conhecer a história da minha vida, cheia de cores, formas e muito amor pelo Brasil!

 

O Nascimento e a Vida na Fazenda

Eu nasci no dia 1º de setembro de 1886, na cidade de Capivari, no interior de São Paulo. Cresci em fazendas de café do meu pai, cercada por muita natureza, animais e terra vermelha.

 

Minha infância foi uma delícia! Eu adorava brincar com bonecas feitas de mato e ouvir histórias contadas pelas empregadas da fazenda. Essas lembranças do “Brasil caipira” — as frutas, as cores vivas e o jeito simples do interior — ficaram guardadas no meu coração e, mais tarde, apareceriam em todos os meus quadros.

 

Os Estudos e a Viagem para a Europa

Desde cedo, minha família percebeu que eu amava as artes. Estudei em ótimas escolas e, quando fiquei mais velha, fui morar em Paris, na França. Lá, aprendi técnicas modernas de pintura. No começo, eu pintava de um jeito bem tradicional, mas eu sentia que faltava algo… eu queria mostrar a alma do meu país!

 

O Grupo dos Cinco e a Semana de Arte Moderna

Em 1922, voltei para o Brasil e me juntei a quatro amigos incríveis: Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia. Juntos, formamos o “Grupo dos Cinco”.

 

Nós queríamos revolucionar a arte brasileira! Achávamos que os artistas do Brasil não deveriam apenas copiar o que se fazia na Europa. Queríamos criar algo novo, com o rosto do nosso povo.

 

O Presente Misterioso: O Abaporu

Em 1928, decidi pintar um quadro de presente de aniversário para o meu marido, o escritor Oswald de Andrade. Pintei uma figura estranha: um homem sentado, com pés e mãos gigantes e uma cabeça bem pequena, ao lado de um cacto e um sol brilhante.

 

Chamamos a obra de Abaporu, que em tupi-guarani significa “homem que come gente”. Esse quadro deu origem ao Movimento Antropofágico: a ideia de que o Brasil deveria “comer” as influências estrangeiras e digeri-las para criar uma cultura brasileira única e poderosa.

 

Meus Grandes Feitos e Legado

Ao longo da minha vida, passei por várias fases:

 

Fase Pau-Brasil: Pintei as cores da nossa bandeira, as festas populares e as paisagens tropicais.

 

Fase Antropofágica: Criei seres fantásticos e sonhos coloridos.

 

Fase Social: Mostrei a realidade dos trabalhadores brasileiros em quadros famosos como Operários.

 

Eu mostrei ao mundo que o Brasil tem cores lindas, uma história rica e uma arte que não deve nada a ninguém. Morri em 1973, em São Paulo, mas minhas pinturas continuam vivas nos museus mais importantes do mundo, lembrando a todos que ser brasileiro é motivo de muito orgulho.

 

Espero que minha história tenha inspirado você a usar bastante a imaginação e a valorizar a nossa cultura!

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