Oscar Niemeyer

Oscar Niemeyer

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Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho

Niemeyer Vida de Oscar Niemeyer

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Oscar Niemeyer

 

Olá! Eu sou Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho, mas o mundo todo me conhece simplesmente como Oscar Niemeyer. Prepare-se, pois vou te contar como usei caneta e papel para transformar o concreto em poesia!

 

O Menino que Desenhava no Ar

Nasci no Rio de Janeiro, no dia 15 de dezembro de 1907. Sabe do que eu mais gostava quando era criança? De desenhar! Minha mãe dizia que eu ficava “desenhando no ar” com os dedos. Eu via curvas em tudo: nas nuvens, nas montanhas do Rio e nas ondas do mar.

 

Eu não gostava de linhas retas e duras. Para mim, a linha reta era sem graça e artificial. Eu preferia a curva, que é o caminho mais bonito e natural.

 

Aprendendo a Criar

Quando cresci, fui estudar na Escola Nacional de Belas Artes. Lá, aprendi a ser arquiteto. No começo, trabalhei com um homem muito importante chamado Lúcio Costa. Juntos, começamos a mudar a cara das cidades brasileiras.

 

Um dos meus primeiros grandes trabalhos foi o Conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte. Imagine só: fiz uma igreja (a Igreja de São Francisco de Assis) que não parecia em nada com as igrejas antigas. Ela era toda feita de curvas de concreto, parecendo as montanhas de Minas Gerais.

 

O Grande Desafio: Construir uma Capital

O momento mais marcante da minha vida foi quando meu amigo e presidente, Juscelino Kubitschek, me fez um convite doido: “Oscar, vamos construir uma nova capital para o Brasil no meio do nada?”

 

E assim nasceu Brasília! Enquanto o Lúcio Costa desenhava o mapa da cidade (que parece um avião), eu desenhei os prédios principais. Usei muito concreto armado para fazer coisas que pareciam impossíveis:

 

O Congresso Nacional: Com aquelas duas cúpulas (uma para cima e outra para baixo).

 

A Catedral de Brasília: Que parece mãos se abrindo para o céu.

 

O Palácio do Planalto: Com colunas tão leves que parecem que o prédio está flutuando.

 

Pelo Mundo e Sempre Criando

Por causa das minhas ideias políticas, tive que morar fora do Brasil por um tempo, na França. Mas isso foi bom porque espalhei minha arte pelo mundo! Desenhei a sede da ONU em Nova York e prédios incríveis na Argélia e na Itália.

 

Eu trabalhei até ficar bem velhinho. Sabe por quê? Porque eu amava o que fazia. Para mim, a arquitetura não era só sobre prédios, era sobre fazer as pessoas sonharem e lutarem por um mundo mais justo e bonito.

 

Meus Grandes Feitos

Para você não esquecer, aqui estão as coisas que me deixam mais orgulhoso:

 

Inventei um novo jeito de usar o concreto: Mostrei que ele pode ser leve e curvo.

 

Ajudei a criar Brasília: Uma das cidades mais modernas do mundo.

 

Ganhei o Prêmio Pritzker: É como se fosse o “Oscar” (o prêmio de cinema) dos arquitetos!

 

Deixei o Museu de Arte Contemporânea (MAC) em Niterói: Aquele que parece um disco voador de frente para o mar.

 

Vivi 104 anos e desenhei até meus últimos dias. Morri em 2012, mas minhas curvas continuam espalhadas por aí, provando que a imaginação não tem limites.

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