Oswaldo Cruz

Oswaldo Cruz

 

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Oswaldo Gonçalves Cruz

Médico sanitarista

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Oswaldo Cruz

 

Olá! Eu sou Oswaldo Gonçalves Cruz, mas o mundo inteiro me conhece apenas como Oswaldo Cruz. Sente-se um pouquinho, pois vou te contar como eu usei a ciência para salvar milhares de vidas e transformar o Brasil!

 

O Começo de Tudo

Eu nasci no dia 5 de agosto de 1872, em uma pequena cidade chamada São Luiz do Paraitinga, lá no interior de São Paulo. Desde bem pequeno, eu era muito curioso e adorava estudar. Meu pai era médico, e eu sempre o via ajudando as pessoas. Isso me inspirou tanto que, com apenas 15 anos, eu já estava entrando na faculdade de medicina no Rio de Janeiro!

Uma Viagem Especial

Depois de me formar, eu queria aprender ainda mais. Por isso, viajei para a França e fui estudar no Instituto Pasteur, em Paris. Lá, aprendi tudo sobre os microrganismos (aqueles seres minúsculos que a gente só vê no microscópio) e como eles causavam doenças. Voltei para o Brasil com uma missão: usar esse conhecimento para limpar nossas cidades das doenças que faziam as pessoas sofrerem.

Minhas Grandes Batalhas no Rio de Janeiro

Em 1903, o presidente me chamou para ser o Diretor-Geral de Saúde Pública. Naquela época, o Rio de Janeiro estava muito doente. As pessoas tinham medo de vir para cá! Eu tive que lutar contra três “inimigos” invisíveis:

A Peste Bubônica: Descobri que ela vinha das pulgas dos ratos. Então, criei as “brigadas sanitárias” para limpar a cidade e até ofereci dinheiro para quem entregasse ratos mortos!

A Febre Amarela: Muita gente achava que ela passava pelo contato, mas eu sabia que o culpado era um mosquito. Fizemos uma verdadeira faxina nos focos de água parada.

A Varíola: Essa foi a batalha mais difícil. Eu sabia que a única solução era a vacina.

A Revolta da Vacina

Em 1904, tentei tornar a vacinação obrigatória. O problema é que, naquela época, as pessoas não entendiam como a vacina funcionava e ficaram com medo. Houve uma confusão enorme nas ruas, que ficou conhecida como a Revolta da Vacina. Foi um momento triste, mas eu não desisti da ciência, pois sabia que estava protegendo a população.

O Reconhecimento e o Castelo da Ciência

Com o tempo, as doenças começaram a sumir e todos viram que eu estava certo! Em 1907, fui para a Alemanha e ganhei uma medalha de ouro em um congresso internacional. O Brasil passou a ser respeitado no mundo todo.

Também ajudei a construir o Instituto de Manguinhos (que hoje se chama Fiocruz). Olhando de longe, ele parece um castelo de contos de fadas, mas lá dentro o trabalho é sério: é onde criamos remédios e vacinas até hoje para cuidar de você e da sua família.

 

Meu Legado

Infelizmente, minha saúde ficou fraquinha e eu nos deixei em 1917, com apenas 44 anos. Mas olhe ao seu redor: cada vez que você vê uma campanha de vacinação ou um cientista brasileiro pesquisando a cura de uma doença, um pouquinho de mim está ali.

“A ciência é o que nos protege e nos permite sonhar com um futuro mais saudável.”

 

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