Bartolomeu de Gusmão

Bartolomeu de Gusmão

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Bartolomeu Lourenço de Gusmão

Padre voador

 

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Bartolomeu de Gusmão

 

 

Olá, eu sou o Bartolomeu Lourenço de Gusmão, mas o mundo me conhece mesmo como o “Padre Voador”. Eu nasci em 1685, na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. Naquela época, o Brasil ainda era uma colônia de Portugal, então minha história atravessa o oceano!

 

O Menino Curioso

Desde pequeno, eu era muito curioso e adorava estudar. Eu observava tudo ao meu redor: como os pássaros voavam, como o vento soprava e como as coisas funcionavam.

 

Fui estudar com os padres jesuítas e depois mudei para Portugal, onde entrei na Universidade de Coimbra. Eu estudava leis, mas o que eu amava de verdade eram a física e a matemática. Eu queria descobrir uma forma de fazer o ser humano “ganhar asas”.

 

A Grande Ideia: A Passarola

Certo dia, dizem que fiquei observando uma bolha de sabão subir no ar quente de uma lareira. Ali, tive um estalo: “O ar quente é mais leve que o ar frio!”. Se eu conseguisse prender esse ar quente dentro de algo, eu poderia voar.

 

Comecei a desenhar um projeto que chamei de Passarola. Ela parecia um pássaro gigante de pano e metal.

 

O Dia que Entrei para a História

No dia 8 de agosto de 1709, na frente do Rei de Portugal, Dom João V, e de toda a corte, eu fiz uma demonstração.

 

Acendi um pequeno fogo debaixo de um balão de papel.

 

O balão começou a encher e, para o espanto de todos, ele subiu!

 

Ele voou por alguns metros antes de ser derrubado para não colocar fogo nas cortinas do palácio.

 

Foi a primeira vez na história que um objeto feito pelo homem conseguiu voar usando o princípio do ar quente. Eu provei que o céu não era o limite!

 

Meus Legados

Além da Passarola, eu também inventei um sistema para tirar água do fundo dos navios e máquinas para descascar café. Eu nunca parei de criar!

 

Pioneiro: Sou considerado um dos pais da aviação, muito antes de Santos Dumont e dos irmãos Wright.

 

Cientista: Mostrei que o estudo e a observação da natureza podem realizar sonhos impossíveis.

 

Embora muitas pessoas na época ficassem com medo das minhas invenções (alguns até achavam que era magia!), eu segui em frente com o que acreditava.

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