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Atividade de História 3º Ano sobre Moradias e Formas de Habitar
O estudo das moradias é considerado um dos temas mais fascinantes para os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental. Em primeiro lugar, é necessário que a criança compreenda que a casa é muito mais do que um abrigo físico; ela é um reflexo da cultura, do clima e da tecnologia de uma época. Dessa forma, ao analisar as diferentes formas de habitar, o estudante desenvolve uma percepção crítica sobre como a sociedade se organiza e se adapta ao meio ambiente.
Neste artigo, será apresentada uma análise detalhada sobre a evolução das construções e como os materiais e costumes influenciam os lares ao redor do mundo.
A Evolução das Moradias ao Longo do Tempo
As primeiras formas de habitar foram determinadas pela necessidade de proteção contra animais e fenômenos naturais. Antigamente, cavernas eram utilizadas como refúgios temporários pelos grupos nômades. Nesse sentido, conforme a agricultura foi desenvolvida, o ser humano passou a construir habitações fixas com materiais encontrados na natureza, como palha, madeira e barro.
Além disso, o progresso tecnológico permitiu que novas técnicas fossem introduzidas na arquitetura. Enquanto as casas do período colonial eram feitas de taipa de pilão ou pedra, as construções modernas são erguidas com concreto, aço e vidro. Consequentemente, a voz passiva é empregada para explicar que o espaço doméstico foi transformado pela engenharia para oferecer maior conforto e segurança às famílias contemporâneas.
Diferentes Modos de Habitar em Diversos Lugares
As habitações são influenciadas diretamente pela geografia e pela cultura de cada povo. Dessa maneira, em regiões muito frias, os iglus foram projetados para conservar o calor, enquanto em áreas tropicais, as ocas indígenas são construídas para permitir a circulação do ar. Posteriormente, o conceito de moradia é expandido ao observarmos as palafitas, que são casas erguidas sobre estacas em áreas alagadas para evitar inundações.
Todavia, a cultura também define a organização interna dos lares. Desta forma, em algumas sociedades, o espaço é compartilhado por toda a comunidade, enquanto em outras, a privacidade individual é priorizada. Assim sendo, ao estudar os diferentes tipos de casas, o aluno do 3º ano aprende a respeitar a diversidade cultural e a entender que não existe um modelo “correto” de morar, mas sim adaptações inteligentes a cada realidade.
As Transformações no Interior dos Lares
Não foram apenas as fachadas que mudaram; o interior das casas também foi profundamente alterado pelo tempo. Por esse motivo, a introdução da eletricidade e do saneamento básico é vista como um marco divisor na história das habitações. Dessa maneira, tarefas que antes eram realizadas manualmente, como buscar água no poço ou cozinhar no fogão a lenha, foram facilitadas pelo advento dos eletrodomésticos modernos.
Nesse contexto, a função dos cômodos também foi ressignificada. Desta maneira, a cozinha, que antes era um local isolado, passou a ser integrada à sala em muitos projetos atuais, favorecendo o convívio social. Portanto, ao analisar o cotidiano doméstico, o estudante percebe que a evolução das moradias está diretamente ligada à mudança nos hábitos e nos papéis desempenhados pelos membros da família ao longo das gerações.
Alinhamento com a BNCC
Este tema está rigorosamente conectado às habilidades previstas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o 3º ano do Ensino Fundamental. Conforme a habilidade EF03HI01, os alunos devem identificar os grupos sociais de que fazem parte e os seus lugares de vivência.
Ademais, a habilidade EF03HI02 é trabalhada ao selecionar e comparar marcos históricos do lugar onde vivem, incluindo a arquitetura local. Nesse contexto, o ensino de História contribui para que a criança reconheça a casa como um documento histórico, capaz de contar a trajetória de sua família e da sua própria comunidade.
Sugestão de Atividade Prática
Para que o conteúdo seja fixado de forma envolvente, a atividade “Arquitetos do Tempo” pode ser realizada com a turma. Nesta proposta, os alunos são desafiados a criar uma maquete ou um desenho detalhado de uma moradia de um tempo ou lugar específico. Em seguida, uma breve explicação sobre os materiais utilizados e o clima da região deve ser redigida pelo estudante. Por fim, uma exposição coletiva é organizada na escola, garantindo que o aprendizado sobre as diversas formas de habitar seja compartilhado de maneira visual e criativa com todos.



