CLIQUE AQUI: Avaliação de história 3º ano do ensino fundamental primeiro bimestre em PDF
CLIQUE AQUI: Avaliação de história 3º ano do ensino fundamental primeiro bimestre em PDF
Avaliação de História 3º Ano do Ensino Fundamental: Primeiro Bimestre
A avaliação de história no primeiro bimestre do 3º ano é considerada uma etapa crucial para diagnosticar a compreensão dos alunos sobre os conceitos de identidade, tempo e memória. Em primeiro lugar, é necessário que o professor verifique se a criança consegue identificar a si mesma como um sujeito histórico. Dessa forma, ao analisar a trajetória pessoal e os documentos básicos, a base para o estudo de comunidades maiores é estabelecida de maneira sólida.
Neste artigo, será apresentada uma análise detalhada sobre os principais tópicos que devem ser abordados neste primeiro ciclo avaliativo.
O Conceito de Sujeito Histórico e Identidade
O foco inicial do primeiro bimestre é centrado na construção da identidade individual e coletiva. Nesse sentido, os alunos são incentivados a compreender que cada pessoa possui uma história única que se cruza com a história da família e da escola. Antigamente, o ensino de história focava apenas em heróis nacionais, mas hoje o papel do cidadão comum é valorizado desde cedo.
Além disso, a voz passiva é empregada para explicar que a identidade é formada por um conjunto de registros e vivências. Portanto, é fundamental que a avaliação contenha questões sobre documentos pessoais, como a Certidão de Nascimento e a Carteira de Identidade. Consequentemente, ao reconhecer a importância desses registros, o aluno do 3º ano passa a entender como as informações sobre o passado são preservadas e organizadas.
O Estudo do Tempo e das Fontes Históricas
Outro tema essencial para a avaliação do primeiro bimestre é a percepção da passagem do tempo e o uso de fontes históricas. Dessa maneira, a diferença entre o tempo cronológico e o tempo da natureza deve ser explorada com as crianças. Enquanto o relógio e o calendário marcam as horas e os dias, as fontes históricas, como fotografias e relatos orais, revelam como as sociedades mudaram.
Posteriormente, o impacto das fontes na reconstrução do passado é analisado pelos estudantes. Desta forma, a voz passiva é utilizada para descrever como a história é contada a partir de vestígios deixados pelos antepassados. Assim sendo, a avaliação deve propor desafios onde o aluno identifique quais objetos de sua própria rotina poderão ser considerados fontes históricas no futuro, estimulando o raciocínio temporal.
Marcos de Memória na Família e na Escola
A memória é trabalhada como um elo entre as gerações dentro do ambiente escolar e familiar. Por esse motivo, o primeiro bimestre costuma abordar as tradições e os marcos de memória que unem os grupos sociais próximos. Nesse contexto, fotos de família e histórias contadas por avós são utilizadas como ferramentas pedagógicas para entender a origem de costumes atuais.
Desta maneira, a voz passiva ajuda a explicar que as tradições são transmitidas e ressignificadas a cada nova geração. Todavia, é importante que a avaliação verifique se o aluno consegue diferenciar o que mudou e o que permaneceu igual ao longo do tempo. Assim, ao comparar a escola de antigamente com a escola atual, a criança desenvolve a habilidade de observar a evolução das instituições e o papel de cada pessoa nessa transformação.
Alinhamento com a BNCC
Este conteúdo está rigorosamente conectado às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o início do 3º ano. Conforme a habilidade EF03HI01, os alunos devem identificar os grupos sociais de que fazem parte e as mudanças ocorridas neles ao longo do tempo.
Ademais, a habilidade EF03HI02 foca na seleção de marcos históricos do lugar onde vivem. Nesse contexto, a avaliação do primeiro bimestre atua como um instrumento formativo, garantindo que o professor consiga mapear se os objetivos de aprendizagem sobre a relação entre o “eu”, o “outro” e o “nós” foram atingidos de forma satisfatória.
Sugestão de Estrutura para a Prova
Para que a avaliação seja completa, uma estrutura equilibrada deve ser seguida. Nesta proposta, questões de múltipla escolha podem ser intercaladas com questões dissertativas que peçam a análise de uma imagem antiga. Em seguida, um exercício de ordenação cronológica pode ser incluído para testar a noção de tempo. Por fim, uma questão reflexiva sobre a importância de preservar a memória da família encerra a atividade, garantindo que o conhecimento histórico seja avaliado não apenas como memorização, mas como compreensão social.



