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Avaliação de História 3º Ano do Ensino Fundamental: Segundo Bimestre
A avaliação de história no segundo bimestre do 3º ano é considerada um momento chave para aprofundar o estudo sobre a coletividade e as origens da população. Em primeiro lugar, é necessário que o docente verifique se o aluno compreendeu como a sua comunidade foi formada ao longo do tempo. Dessa forma, ao analisar a chegada de diferentes povos e a criação de espaços públicos, a base para o entendimento da diversidade cultural brasileira é consolidada.
Neste artigo, será apresentada uma análise detalhada sobre os eixos temáticos que devem ser priorizados nesta etapa do ano letivo.
Formação da População e Processos Migratórios
O tema central do segundo bimestre foca nos grupos sociais que compõem a sociedade local e nacional. Nesse sentido, os alunos são avaliados quanto à percepção de que o Brasil foi construído por meio de fluxos migratórios variados. Antigamente, o ensino focava apenas nos colonizadores, mas hoje a contribuição de indígenas, africanos e imigrantes de diversas partes do mundo é devidamente valorizada.
Além disso, a voz passiva é empregada para explicar que a cultura de um povo é tecida por múltiplas mãos ao longo dos séculos. Portanto, é fundamental que a avaliação inclua questões sobre os motivos que levam as pessoas a migrar. Consequentemente, ao identificar as razões econômicas ou sociais desses deslocamentos, o aluno do 3º ano desenvolve a empatia e o respeito pela história de vida de diferentes cidadãos.
Marcos de Memória e Patrimônio no Bairro
Outro ponto essencial a ser cobrado na avaliação é o reconhecimento dos marcos históricos presentes no cotidiano dos estudantes. Dessa maneira, os nomes de ruas, praças e monumentos são estudados como fontes que contam o passado da comunidade. Enquanto o primeiro bimestre foca no indivíduo, o segundo bimestre expande o olhar para o espaço público e para os lugares de memória.
Posteriormente, o conceito de patrimônio material e imaterial é introduzido para que o estudante identifique o valor histórico das tradições locais. Desta forma, a voz passiva é utilizada para descrever como a memória de uma cidade é preservada através da manutenção de seus prédios e costumes. Assim sendo, a prova deve conter exercícios que incentivem o aluno a identificar um patrimônio de sua região, explicando a sua importância para a identidade do povo.
Diversidade Cultural e Convivência Social
A convivência entre diferentes grupos sociais e a herança cultural deixada por cada um deles também são temas recorrentes nesta fase. Por esse motivo, a avaliação deve abordar como a culinária, as festas e o vocabulário foram influenciados por diversas etnias. Nesse contexto, a diversidade não é vista apenas como um dado estatístico, mas como uma riqueza que fundamenta a democracia.
Desta maneira, a voz passiva ajuda a explicar que o respeito às diferenças é construído por meio do conhecimento histórico. Todavia, é importante que o professor avalie se o aluno consegue notar as mudanças e as permanências nos hábitos da comunidade. Assim, ao comparar o modo de vida de antigamente com o atual, o estudante conclui o segundo bimestre com uma compreensão mais ampla sobre a complexidade da formação social brasileira.
Alinhamento com a BNCC
Este conteúdo está rigorosamente conectado às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) previstas para esta etapa do 3º ano. Conforme a habilidade EF03HI03, os alunos devem identificar os grupos sociais que formam a comunidade e os processos de migração.
Ademais, a habilidade EF03HI04 foca na identificação dos marcos históricos e no seu significado social. Nesse contexto, a avaliação do segundo bimestre serve como um importante termômetro pedagógico, garantindo que as crianças consigam selecionar informações em diferentes fontes e compreender que a história da sua cidade é parte integrante da história do país.
Sugestão de Estrutura para a Prova
Para que a avaliação seja eficaz, uma organização didática deve ser seguida pelo professor. Nesta proposta, questões que utilizam mapas de migração e imagens de monumentos locais devem ser priorizadas. Em seguida, exercícios de correspondência entre termos e significados (como patrimônio material e imaterial) podem ser inseridos. Por fim, uma questão dissertativa sobre uma festa tradicional da região encerra a avaliação, garantindo que o aprendizado seja testado de forma contextualizada e próxima da realidade vivida pelo aluno.




