Jorge Amado

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Jorge Leal Amado de Faria

Biografia de Jorge Amado

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Jorge Amado

 

 

Olá! Eu sou Jorge Leal Amado de Faria, mas o mundo todo me conhece simplesmente como Jorge Amado. Prepare-se, porque minha vida foi uma grande aventura, cheia de cores, cheiros e histórias do meu amado estado da Bahia!

 

O Início de Tudo: Entre Cacau e Letras

Eu nasci no dia 10 de agosto de 1912, em uma fazenda chamada Auricídia, que ficava no sul da Bahia, no município de Itabuna. Quando eu era bem pequeno, mudei-me para Ilhéus.

 

Sabe o que eu via por lá? Grandes plantações de cacau! Aquele cheiro de chocolate e a vida das pessoas que trabalhavam naquelas terras ficaram guardados na minha memória para sempre. Desde cedo, eu era um menino muito curioso e adorava observar o jeito de falar e de viver das pessoas simples.

 

O Menino que Amava Escrever

Aos 11 anos, fui estudar em Salvador. Lá, comecei a me interessar por jornais e escrita. Com apenas 14 anos, ajudei a fundar a “Academia dos Rebeldes”, um grupo de jovens que queria escrever de um jeito novo, mostrando a realidade do Brasil.

 

Eu não queria escrever histórias de príncipes e princesas de lugares distantes. Eu queria escrever sobre o povo brasileiro: os marinheiros, as cozinheiras, os pescadores e até as crianças que viviam nas ruas.

 

Meus Grandes Feitos e Personagens

Em 1931, publiquei meu primeiro livro, mas o sucesso de verdade veio com obras que hoje são famosas no mundo inteiro. Veja só algumas delas:

 

Capitães da Areia: Contei a história de um grupo de meninos que moravam em um trapiche (um tipo de armazém) em Salvador. Eles eram corajosos e lutavam para sobreviver.

 

Gabriela, Cravo e Canela: Uma história que se passa em Ilhéus, cheia de alegria e sobre uma mulher que cozinhava divinamente bem.

 

Dona Flor e Seus Dois Maridos: Um livro tão divertido que virou filme e peça de teatro!

 

Minhas histórias foram traduzidas para quase 50 línguas e vendidas em mais de 50 países. Eu levei a cultura da Bahia — o candomblé, a capoeira e a culinária — para o planeta todo conhecer e respeitar.

 

Lutas e Reconhecimento

Nem tudo foi fácil. Como eu defendia ideias de igualdade e justiça, cheguei a ser perseguido e tive que morar fora do Brasil (na Argentina, no Uruguai, na França e na Tchecoslováquia). Mas eu nunca desisti da minha arte!

 

Em 1961, recebi uma das maiores honras para um escritor: fui eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira número 23.

 

Meu Legado

Eu vivi até os 88 anos e parti em 2001, mas minhas histórias continuam vivas. Deixei um lugar especial em Salvador chamado Fundação Casa de Jorge Amado, onde guardamos tudo sobre minha carreira para que crianças como você possam conhecer mais sobre nossa cultura.

 

Escrevi para adultos, mas também escrevi para crianças! Sabia que tenho um livro chamado O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá? É uma história de amor muito bonita entre dois animais que parecem ser inimigos, mas descobrem que o coração não tem preconceitos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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