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Manoel Dias de Abreu
Olá! Eu sou o Manoel Dias de Abreu, mas a minha invenção ficou tão famosa que o mundo passou a me chamar apenas pelo nome dela: o criador da Abreugrafia.
Vou te contar como eu usei a fotografia e o raio-X para salvar milhões de pessoas de uma doença muito perigosa!
O Menino que Queria ser Médico
Eu nasci no dia 4 de janeiro de 1891, na cidade de São Paulo. Desde cedo, eu era muito estudioso e queria entender como o corpo humano funcionava por dentro. Me formei em medicina no Rio de Janeiro e, logo depois, fui para a França para aprender as técnicas mais modernas da época.
Lá em Paris, comecei a trabalhar com radiologia (o estudo dos raios-X). Eu percebi que os médicos tinham um grande problema: não conseguiam ver o início das doenças no pulmão de forma rápida e barata.
O Inimigo Invisível: A Tuberculose
Naquela época, existia uma doença terrível chamada tuberculose. Ela era conhecida como a “peste branca” e matava muita gente porque, quando o médico finalmente descobria a doença, já era tarde demais para o tratamento.
Os exames de raio-X que existiam eram caros e demorados. Eu pensei: “E se a gente pudesse tirar uma foto do raio-X de forma bem pequena e rápida, para examinar milhares de pessoas de uma só vez?”
A Grande Invenção: A Abreugrafia
Em 1936, depois de muitas tentativas e estudos, eu consegui! Inventei um aparelho que tirava fotos de uma tela de raio-X. Essa técnica permitia fazer exames em massa na população por um preço muito baixo.
Graças a esse invento, as prefeituras e governos puderam levar caminhões com esses aparelhos para as escolas, fábricas e praças. Assim, era possível descobrir quem estava doente bem noecinho e começar o tratamento rápido.
Curiosidade: O nome original era “Roentgen-fotografia”, mas em 1939, para homenagear o meu trabalho, os médicos decidiram mudar o nome oficial para Abreugrafia.
Reconhecimento Mundial
Minha invenção foi um sucesso tão grande que se espalhou pelo mundo inteiro! Por causa disso, fui indicado cinco vezes ao Prêmio Nobel de Medicina. Imagine só que honra para um médico brasileiro!
Eu não queria ganhar dinheiro com a patente da minha invenção; eu queria que ela fosse usada para salvar vidas, especialmente das pessoas mais pobres que não podiam pagar exames caros.
O que eu deixei para a ciência:
Saúde para todos: Transformei o raio-X em algo acessível para toda a população.
Prevenção: Ensinei que o melhor jeito de curar uma doença é descobri-la antes mesmo dos primeiros sintomas.
Amor ao próximo: Dediquei minha vida a combater as doenças que atacavam os pulmões dos trabalhadores.
Eu parti em 1962, mas até hoje, em muitas cidades, o dia do meu nascimento (4 de janeiro) é comemorado como o Dia Nacional da Abreugrafia.




