Vinicius de Moraes

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Biografia de Vinicius de Moraes

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Vinicius de Moraes

Olá! Eu sou Marcus Vinícius da Cruz de Melo Moraes, mas o mundo inteiro me conhece carinhosamente como Vinicius de Moraes. Sente-se, pois vou te contar a história de como um menino que amava as palavras se tornou o “Poetinha” do Brasil.

 

O Nascimento e a Infância Musical

Eu nasci no dia 19 de outubro de 1913, no Rio de Janeiro, em uma casa cheia de música. Meu pai tocava violão e minha mãe piano. Desde pequeno, eu já sentia que as palavras tinham um ritmo próprio. Eu passava horas escrevendo versos e participando do coral da escola. Eu era um aluno dedicado e, logo cedo, percebi que queria usar minha voz e minha caneta para falar sobre a vida e a beleza.

 

Estudos e a Vida de Diplomata

Eu estudei Direito e depois fui morar na Inglaterra para estudar Literatura na Universidade de Oxford. Eu era um homem que viajava muito! Além de poeta, eu me tornei diplomata, representando o Brasil em países como os Estados Unidos, França e Uruguai. Imagine só: durante o dia eu trabalhava em escritórios sérios e embaixadas, mas à noite, meu coração batia forte pela poesia e pelo samba.

 

O Encontro que Mudou Tudo

Um dos momentos mais importantes da minha vida foi quando conheci o músico Tom Jobim. Nós nos tornamos grandes amigos e parceiros de alma. Juntos, criamos um jeito novo de fazer música chamado Bossa Nova. É um ritmo suave, que mistura o samba com o jazz, e que fez o mundo inteiro olhar para o Brasil com admiração.

 

Meus Grandes Feitos

Eu fiz muita coisa legal, e você com certeza já deve ter ouvido algo meu! Veja só alguns dos meus marcos:

 

A Arca de Noé: Eu escrevi poemas maravilhosos para crianças! Você conhece a música da “A Casa” (Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada…) ou “O Pato”? Esses versos saíram da minha imaginação para alegrar os pequenos.

 

Garota de Ipanema: Junto com o Tom Jobim, escrevi a letra dessa música, que é uma das canções mais famosas e tocadas em todo o planeta Terra!

 

Orfeu da Conceição: Escrevi uma peça de teatro que mostrava a cultura das favelas cariocas e que depois virou um filme premiado no mundo todo.

 

Muitos Amores: Eu sempre disse que “a vida é a arte do encontro”, e levei isso a sério. Casei várias vezes e tive muitos amigos, porque para mim, o amor era a coisa mais importante do mundo.

 

O Meu Legado

Eu vivi intensamente até o ano de 1980. Eu gostava de ser chamado de “Poetinha” porque, apesar de ser um homem importante, eu queria estar perto do povo, nas mesas de bar, cantando e celebrando a amizade.

 

Minha missão sempre foi espalhar beleza e mostrar que a poesia não precisa estar presa em livros difíceis; ela pode estar em uma canção de ninar, em um samba de roda ou no balanço de uma moça a caminho do mar.

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